segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Eu quero é acordar, e ao primeiro momento do dia desfrutar, sem nenhuma pretensão, do prazer de um singelo dialogo com a companhia mais próxima. Que ela sinta a mesma necessidade de “porquês” - do porque não despertar dos confortos medíocres para dar voz aos desejos básicos, instintivos florescentes. Logo, o questionar, o discurso ingênuo, aleatório e complexo duram até o momento de reciprocidade das saudações dos bem-te-vis, assovios, até os raios solares invadirem o que agora além de mente inquieta, é mente corpo alma, e o que era inquietude agora é plena luz, sintonia com o bom dia. Por escambo ou qualquer outra permuta, trocar todos os pertences e status atuais, só – e tanto – para nutrir os mais básicos, e ao extremo, sentimentos de espanto, pertencimento, paz profunda e gratidão por esse universo e suas boas vindas matutinas.

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